sábado, 14 de dezembro de 2024

3º Plan 1ªs Capítulo 3: O texto teatral

                                                                                   

                                                                                                                                         O que os meninos pensam delas?

A ação se passa na sala de estar de um apartamento de classe média, num dos últimos

andares. Um pôster de algum astro de música pop decora uma das paredes. As meninas

fazem reverência a ele de vez em quando.

Sábado à tarde. Televisão, revistas espalhadas por todo o ambiente. Refrigerantes, salgadinhos,

etc. A cena começa com Carol e Ana Paula acompanhando um clipe internacional

de rock na TV, lendo a letra da música em uma revista. As duas cantam, dançam. De

repente, Ana Paula emburra e desliga a TV.

CAROL

Eh, animal! Dá aqui esse controle remoto! O que foi agora, Ana Paula?

ANA PAULA

Não se faça de desentendida!

CAROL

Eu tava desafinando tanto assim?...

ANA PAULA

Não! É que eu tô aqui toda amiguinha sua

e me lembrei que eu devia estar uma fera com

você!

CAROL (liga novamente a TV, mais baixo)

Fera comigo?! Tá louca? O que que eu fiz, Ana

Paula?

ANA PAULA

Eu vou embora! (começa a juntar algumasrevistas)

CAROL

Como vai embora? Sua mãe viajou! Vai ter

que me aguentar o fim de semana in-tei-ri-nho!

E eu vou conversar até de madrugada, você não

vai conseguir dormir!!! (gargalhada macabra)

Porque eu tenho insônia!!!!

ANA PAULA

E a noite tá só começando...


CAROL (Terrorista)

Eu tenho insônia!

ANA PAULA

Para! Que terrorismo! (procura algo nas revistas) Insônia, insônia... Eu tenho a solução.

Cadê?

T’aqui: “um copo de leite morno antes de dormir pode ajudar”. Pronto. Você mama

e dorme.

CAROL

Não adianta copo de leite morno. É mal de família. Só dormimos depois das três.

ANA PAULA

Se ao menos usasse esse tempo pra estudar, garanto que tirava notas melhores.

CAROL

Começou a humilhação. A vingança da CDF! Se eu não fosse sua amiga, Ana Paula,

juro que ia ser sua pior inimiga!

ANA PAULA

Amiga! Que amiga?... Contar pro Toninho que eu tava a fim dele!?

CAROL

Ah! É por isso que você tá tão fula da vida?

ANA PAULA

Contou ou não contou?

CAROL

Contei, e daí? Você não tava mesmo a fim do cara?

ANA PAULA

Tava! Mas era segredo, entre mim e você! Cadê? (procura nas revistas) Ah! Essas revistas

são a minha salvação! Achei! (beija a revista) Tem aqui uma coisa básica sobre

paquera, escuta só: “Quando o menino sabe que a menina tá a fim, a tendência é a relação

esfriar”. E foi o que aconteceu! O Toninho começou a me evitar!!!

CAROL

Ai, Ana Paula! Só quis ajudar, poxa... O cara também não se decidia! Uma hora dava

bola, outra hora, não... Cara indeciso... (vai pegar a pipoca)

ANA PAULA

Eu detesto isso, detesto! Deixa que eu resolvo as minhas coisas do meu jeito!

CAROL (Carol dá de ombros, come pipoca)

Só quis ajudar...

ANA PAULA

Dispenso a sua ajuda! Sempre que eu dou ouvidos pros seus planos eu me ferro.

Sempre! Eu não me abro mais com você, Carol! Nunca mais!

CAROL (se desculpando)

Puxa vida, Aninha, também não é pra tanto...

ANA PAULA

Cadê? (procura nas revistas) Onde tá? “Quando uma amiga rompe um segredo, isso,

muitas vezes, significa que poderá romper muitos outros. Cuidado!”

CAROL

Ah, é? Então vem cá. (procura também) Tá naquela que tem o Leo di Caprio... (encontra,

lê) Escuta essa: “Amigas também erram. Se houve sinceridade por tanto tempo,

por que não perdoar um errinho de nada? Relaxe!” (mostra pra Ana) Tá vendo? (oferece

pipoca e abraço)

Ana Paula aceita o abraço. Fazem gestos de reconciliação

com as mãos.

ANA PAULA

Eu não devia! Não vai demorar muito pra você

aprontar outra das suas! É do seu caráter...

CAROL

Enquanto isso...

AS DUAS

Anestesia!

As duas correm e se prostram em frente à TV por um tempo, comem pipoca.

(Adélia Nicolete. O que os meninos pensam delas?. Disponível em:

www.encontrosdedramaturgia.com.br/?page_id=599. Acesso em: 14/6/2015.)


1. Considerando o título da obra da qual foi extraído o texto - O que os meninos pensam delas? - levante hipóteses qual é provavelmente o tema da peça?


A) As contradições dos homens diante dos problemas da vida;

B) O relacionamento entre meninos e meninas na fase adolescente;


2. O texto se inicia com dois parágrafos grafadas em letras de tipo diferente - o itálico. Trechos como esse são chamados de rubricas. de acordo com esses parágrafos, em que lugar a cena acontecerá?


A) em um apartamento;

B) em um sítio:


3. A partir  do 3º parágrafo, a história começa a ser encenada. De que modo a história se desenrola?


A) a partir entre as personagens e das ações que elas realizam;

B) a partir das aventuras dos homens no decorrer do tempo;


4. No texto, os diálogos cumprem um papel. De que modo o autor indica quem está falando?


A) pela colocação, antes da fala, do nome da personagem;

B) por um travessão antes das falas de cada personagem;


5. Ana e Carol discutem e Ana Paula pega uma revista par fundamentar suas opiniões. Que tipo de revista você acha que as personagens leem?  


A) provavelmente, revistas voltadas ao público adulto;

B) provavelmente, revistas voltadas ao público adolescente; 



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Ética e aprendizagem em Platão






Por Isaac Sabino 

1.    Qual a concepção de aprendizagem defendida por Platão nos diálogos Ménon e Fédon e em que esta concepção se funda?      
A concepção da aprendizagem defendida por Platão nos diálogos Ménon e Fédon parte da teoria da reminiscência. Reminiscência significa a imagem lembrada do passado que se conserva na memória. É a partir dessa premissa que Platão relaciona à aprendizagem a preexistência da alma. Nesse contexto, tal concepção se funda no ato de aprender como recordar porque o que se sabe já existe mesmo antes do nascimento.

2. Como Platão justifica nos diálogos Ménon e Fédon a teoria da aprendizagem aí exposta?
Em Ménor, Platão justifica a teoria da aprendizagem através do exemplo do escravo que ao ser questionado sobre determinadas figuras geométricas ele acaba acertando tudo - mesmo sem uma educação prévia daquilo. Esse exemplo é reforçado em Fédon quando Platão diz que “quando os homens são interrogados por alguém que sabe interrogar convenientemente eles declaram por si só tudo como de fato é”. Nisso a teoria da reminiscência é justificada porque para Platão a alma, anterior ao corpo, já traz consigo alguns conhecimentos da realidade.

3. Mesmo que no mundo contemporâneo não se possa mais aceitar de modo simplório as concepções platônicas de distinção entre mundo sensível e inteligível, corpo e mente, sensação e intelecto, o que a teoria da aprendizagem apresentada nos diálogos Ménon e Fédon teriam a dizer?       
Não é bem verdade que no mundo contemporâneo não se aceite as concepções platônicas. Para piorar, é tão simplória que muitos nem sabem que estão praticando tais concepções – basta ver o número de religiosos no mundo. Nesta época podem ter surgidos outros vários estudos sobre a aprendizagem, mas os dois diálogos ainda são bem vivos como respostas a dúvidas acerca da aquisição do conhecimento, por exemplo: como a humanidade tem uma mesma consciência, um mesmo comportamento, estando em lugares diferentes, com distâncias oceânicas? Como ela se comporta da mesma forma sem sequer, muitas vezes, uma tenha tido contato com a outra? Por que todas as culturas buscam divindades? Pessoas inteligentes são natas ou não? Sem respostas só nos resta a metafísica.


4. Qual a definição de educação apresentada por Platão na obra República, e como ele explicita essa concepção através do Mito da Caverna?
A definição de educação apresentada por Platão na obra a República “pressupõe diferentes operações da alma que vão desde o abandono das imagens, das fantasias até o entendimento e aprendizagem do bem.  A alegoria da caverna é ainda mais explícita em relação ao papel da educação. Depois de descrever os homens acorrentados no fundo da caverna iludidos com as sombras consideradas a verdade, Platão interpreta a alegoria e constata que a educação não é o que alguns apregoem o que ela é, mas a arte de permitir ver o bem”.

5. Qual a relação entre sensibilidade e intelecto no processo de aprendizagem definidos por Platão no Teeteto?           
Na verdade há mais distinções do que relações entre sensibilidade e intelecto definidos por Platão em Teeteto. No corpo há os sentidos e na alma o conhecimento segundo o próprio filósofo. A única coisa que se pode apontar de relação entre ambos é a passagem: a constante reencarnação do conhecer que é e está na alma (intelecto) e do não conhecer verdadeiro que é e está no corpo (sensibilidade). 

6. No texto, o professor Paviani indica apresenta a concepção de educação exposta por Platão na obra República, cuja finalidade seria definir os termos de uma cidade justa, valor moral supremo para uma boa cidade, segundo o filósofo. Após a leitura do texto, explicite como ele pode ajudar a pensar na relação entre ética e a aprendizagem.
O próprio Paviani em sua conclusão explicita a relação entre ética e aprendizagem. Para o autor esta relação está entrecruzada com outras questões como a da linguagem, do logos e da dialética que são parte integrante da teoria pedagógica platônica. Platão, por exemplo, ao analisar dialeticamente o conhecimento o faz criticando as modalidades de linguagem. Isso significa que alguém que detém o controle da cidade, por exemplo, detém o controle das palavras e pode mitificar ou pejorar as que lhe convém. Isso não deixa a verdade às claras. Por isso a língua é de suma importância e há uma decisão ética quando se opta pela verdade da língua/palavras no processo de aprendizagem









REFERÊNCIAS

FRASSON, Antonio Carlos,:JUNIOR, Constantino Ribeiro de Oliveira. METODOLOGIA DA PESQUISA CIENTÍFICA. São Luís, Maranhão : 2010
Lakatos, Eva Maria. Fundamentos de metodologia científica 1 Marina de Andrade Marconi, Eva
Maria Lakatos. - 5. ed. - São Paulo : Atlas 2003.

PAVIANI. Jayme. Ética e aprendizagem em Platão. HYPNOS, São Paulo, número 27, 2º semestre 2011, p. 246-259

PLATÃO. Ménon. Tradução de Ernesto R. Gomes. Lisboa: Edições Colibri, 1992.

PLATÃO. Fédon. Introdução e comentários de Maria Arminda Alves de Sousa. Porto: Porto Editora, 1995.

Silva, José Maria da. Apresentação de trabalhos acadêmicos: normas e técnicas/José  Maria da Silva , Emerson Sena da Silveira. 5. Ed. – Petrópolis, RJ : Vozes, 2009





11ª Kant - Dever - Questões de Ética, ENEM 2012 E 2014



TEXTO I


Experimentei algumas vezes que os sentidos eram enganosos, e é de prudência nunca se fiar inteiramente em quem já nos enganou uma vez.
DESCARTES, R. Meditações Metafísicas.São Paulo: Abril Cultural, 1979.
TEXTO II
Sempre que alimentarmos alguma suspeita de que uma ideia esteja sendo empregada sem nenhum significado, precisaremos apenas indagar: de que impressão deriva esta suposta ideia? E se for impossível atribuir-lhe qualquer impressão sensorial, isso servirá para confirmar nossa suspeita.
HUME, D. Uma investigação sobre o entendimento. São Paulo: Unesp, 2004 (adaptado).


1, 4.44 (ENEM 2012bAb1) Nos textos, ambos os autores se posicionam sobre a natureza do conhecimento humano. A comparação dos excertos permite assumir que Descartes e Hume

a) defendem os sentidos como critério originário do conhecimento legítimo.

b) atribuem diferentes lugares aos sentidos na obtenção do conhecimento.

AULA EXPLICATIVA

DESCARTES É UM CRITICO O COMPORTAMENTO DO HOMEM QUE SE DEIXA LEVAR PELOS SENTIDOS. O AUTOR É DEFENSOR DO PENSAMENTO RACIONAL NO ATINIGMENTO DAQUILO QUE É A VERDADE. JÁ DAVID HUME DEFENDE O EMPIRISMO QUE É A EXPERIÊNCIA PELOS SENTIDOS COMO ELEMENTO DA AQUISIÇÃO DA VERDADE. AMBOS DIFEREM DO LUGAR DO SENTIDO PARA O CONHEICMENTO VERDADEIRO.


(2ª) Immanuel Kant rejeitava as concepções morais da filosofia grega e cristã pelo fato de elas afirmarem que a ação moral se funda em condicionantes como felicidade ou interesse. Tendo esse assunto como referência inicial, julgue o item subsequente, de acordo com as ideias de Kant.


 A ação de cada indivíduo deve valer como principio universal de conduta.


(A) Certo


(B) Errado





(3ª) Com relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o iten.


Segundo Kant, os indivíduos cumprem, por exemplo, uma promessa contratual por um dever exterior, movidos, sobretudo, por um dever de consciência.

(A) Certo

(B) Errado

É natural

    O pensamento do filósofo Baruch [...] Spinoza sobre a liberdade poderia ser definido assim: "ela consiste em conhecer os cordéis que nos manipulam". Repare que ele não reconhecia a liberdade como coisa de existência verdadeira, mas poderíamos ampliá-la um pouco se aliviássemos, ao conhecê-los, os puxões dos cordéis.
     [...]
     O que me lembrou a portuguesa avó Lucia, de uma amiga querida, que a tudo reagia com o mesmo bordão: "É natural", por mais estapafúrdia que a coisa fosse. "Vó, o padre fugiu com a vizinha!" "É natural, pois..."
     Ela se defendia dos sustos da vida com o uso sistemático da naturalização. A naturalização não tem nada a ver com constatar as forças da natureza sobre nós. Ela é o processo da formação do senso comum, talvez o cordel mais forte que a cultura usa para mandar em nós.
     Minha mãe quis ter oito filhos (teve sete). Por que tantos? "Porque em 1937 era bonito ter família grande, minhas amigas tinham". Era "natural". Tão natural quanto hoje ter dois. Se você quiser mais, o senso comum vai te patrulhar, "que absurdo, você tá louca?". O feminismo naturalizou a tripla jornada de trabalho para a mulher (ganhar dinheiro; gerenciar a casa, marido e filhos). [...] É a surda ditadura do senso comum. Hoje ela se estende ao "politicamente correto", um meio de formar rebanhos. A coisa está ficando afrodescendente...
     Então este é um aviso: você é manipulado, sua inteligência é posta de lado em favor da obediência ao "que todo mundo faz".
     [...]
     Atenção com o implícito, com a alusão. As regras do senso comum nunca são faladas abertamente, ou saberíamos discuti-las. A patrulha se dá por punições sutis (suspiros, trombas e gelos). Também valem adjetivos reducionistas, "Isto é fascismo! Você é neoliberal!" (quem os usa já está dominado).
     Claro, a patrulha também pode ser explícita, matar e espancar gays, porque eles são excessivamente não "naturais", entende? Mas vir dizer que "a diferença é linda" também é outra tentativa de naturalização que eu não aguento.
(Francisco Daudt. Folha de S. Paulo. 04 de setembro de 2012)





A PRÁTICA DA METAFÍSICA - ÉTICA;

METAFÍSICA É A BUSCA DE "VERDADES" UNIVERSAIS E NECESSÁRIAS;

A METAFÍSICA TRABALHA COM A RAZÃO PURA E, POR CONTA DISSO, ELA É IMPOSSÍVEL ENQUANTO CIÊNCIA;

É POSSÍVEL A FÍSICA E A MATEMÁTICA CONHECER ATRAVÉS DOS JUÍZOS SINTÉTICOS A PRIORI;

A FILOSOFIATRANSCEDENTAL DIFERE DA INATISTA POR SER COMO UM BOOMERANG QUE ARREMESADO VOLTA - É ASSIM QUE O CONHECIMENTO VAI DO EMPRISMO AO RACIONALISMO;


4ª (ENEM 2014 adaptada D4 – Inferir uma informação implícita em um texto)    

    O texto de Daudt é polêmico. É difícil uma liberdade na totalidade. Há que se ter o conhecimento proposto pela sociedade daquilo para se optar por uma ou outra ação ditada. As vontades existem, mas os desejos são regulados pela sociedade.
     De acordo com o texto, a "liberdade" - remete a 

a) Arte;            

b) Moral;        


5. Assinale a alternativa que apresenta as duas características do conhecimento puramente apriorístico, como descreve Kant em sua obra “Crítica da Razão Pura”.
Alternativas

6. 2. 1.12. (Vestibular UEMA 2012CASA) O campo ético é constituído pelos valores e pelas obrigações que formam o conteúdo das condutas morais, isto é, as virtudes.

Para que o sujeito ético possa existir, faz-se necessário o preenchimento das seguintes condições, Marque a INCORRETA

A - Ser consciente de si e dos outros, isto é, ser capaz de refletir e de reconhecer a existência dos outros como sujeitos éticos iguais.

B - O sujeito da ação moral deve assumir aquelas ações que devem, de certa forma, viabilizar suas necessidades e desprezar as ações que não venham a atender aos seus interesses.


7. 3ª o que são o senso moral e a consciência moral.


(A) O senso moral é a maneira como o sujeito da ação moral deve assumir aquelas ações que devem, de certa forma, viabilizar suas necessidades e desprezar as ações que não venham a atender aos seus interesses.


(B) O senso moral é a maneira como avaliamos condutas, situações e comportamentos segundo ideias como as de justiça e injustiça, certo e errado, mérito, grandeza de alma, etc


8 Um filme interessante é Laranja Mecânica. Nele, o Estado, através de uma lavagem cerebral, consegue fazer com que um jovem enoje o crime. De acordo com o estudo da Ética, assinale a opção CORRETA

a)    o processo é doloroso, mas não fere a liberdade e a moral, pois qualquer recurso contra a violência é válido.

b)    o processo é doloroso e fere a liberdade e a moral, pois para premissa para o exercício moral é a consciência e a liberdade;



9. 5ª O que é um juízo de fato e o que é um juízo de valor?



(A) Juízos de fato avaliam coisas, pessoas, ações, experiências, acontecimentos, sentimentos, estados de espírito, intenções e decisões como bons ou maus, desejáveis ou indesejáveis. Juízos de valor são aqueles que dizem que algo é ou existe, e que dizem o que as coisas são, como são e por que são. 

(B) Juízos de fato são aqueles que dizem que algo é ou existe, e que dizem o que as coisas são, como são e por que são. Juízos de valor avaliam coisas, pessoas, ações, experiências, acontecimentos, sentimentos, estados de espírito, intenções e decisões como bons ou maus, desejáveis ou indesejáveis.

Panayiotis Zavos"quebrou"o último tabu da clonagem humana - transferiu embriões para o útero de mulheres, que os gerariam. Esse procedimento é crime em inúmeros países. Aparentemente, o médico possuía um laboratório secreto, no qual fazia seus experimentos. "Não tenho nenhuma dúvida de que uma criança clonada irá aparecer em breve. Posso não ser eu o médico que irá criá-la, mas vai acontecer", declarou Zavos. "Se nos esforçarmos, podemos ter um bebê clonado daqui a um ano, ou dois, mas não sei se é o caso. Não sofremos pressão para entregar um bebê clonado ao mundo. Sofremos pressão para entregar um bebêcionado saudável ao mundo."
CONNOR, s. Disponiwclem: www.independent.co.uk. MC0390 onn; 14 ago, 2012 (adaptado). A clonagem humana é um importante assunto de

10. 6. 5. 6 (ENEM 2014) reflexão no campo da bioética que, entre outras questões, dedica-se a

(A) refletir sobre as relações entre o conhecimento da vidA e os valores éticos do homem.

(B) legitimar o predomínio da espécie humana sobre as demais espécies animais no planeta,


10. 4. 8 (ENEM 2014) Uma norma só deve pretender validez quando todos os que possam ser concernidos por ela cheguem (ou possam chegar), enquanto participantes de um discurso prático, a um acordo quanto à validade dessa norma,
ABERMAS.J. consciênciamoral o agir comunicativo. Rodolino Tempo Brasileiro, 1989,

Segundo HaBermas, a validez de uma norma deve ser estabelecida pelo(a)

(A) liberdade humana, que consagra a vontade.

(B) razão comunicativa, que requer um consenso,




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segunda-feira, 7 de outubro de 2024

2º PLAN 1ª - Poema Futurista - O Poema - Estudo a partir de Wiliiam Roberto Cereja e análise da QUESTÃO 107 DO ENEM 2014





É domingo: folga. -O dia todo em casa.
Acordo...Ar puro, liberdade.
Televisão, telefone sem fio, computador.
Ah! Liberdade...O mundo bem pertinho.

Não!? O computador não ligou,
O telefone está mudo. Liga televisão, liga! Vai!
Faltou luz, faltou energia, não há eletricidade.
Estou só: há um silêncio.

O computador está em silêncio.
A televisão está em silêncio.
O telefone está em silêncio.
O que fazer? Aonde ir?

Não sei conversar.
Sei digitar, clicar, ligar.

Uma caminhada para passar o tempo, quem sabe?
Ah! A esteira funciona a energia.
Caminhar lá fora é perigoso, tem pessoas.
Pessoas de verdade, de carne: elas desejam mal!

Que falta de ar, de energia, de ar... Estou morrendo.
Ando pra cá, pra lá. Que agonia, estou sufocado.
Estou fraco, morrendo, morren...morr...mo...

A luz acendeu! Há barulho: músicas lá fora.
A televisão liga... O computador liga...A vida continua.



QUESTÕES E ANÁLISE ACERCA DA ESTRUTURA DO POEMA


1. (13.COPES 2014) Os movimentos vanguardistas marcaram época, influenciaram artes de todos os tipos e o homem a partir de então se comportará sempre com uma dessas tendências. A poesia acima, embora amadora, bebe de um dos movimentos. Marque-o:

A)Dadaísmo   

B) Futurismo

2. De acordo com os seus estudos, a partir do Livro Didático, marque o conceito CORRETO do que é poema:

(A) é um gênero textual e também um gênero literário escrito com verso, rima,  estrofe, métrica, ritmo e outros;

(B) é um gênero textual e também um gênero literário escrito de forma prosaica de margem a margem da página.


Cais matutino

Mercado do peixe, mercado da aurora:
Cantigas, apelos, pregões e risadas
À proa dos barcos que chegam de fora.
Cordames e redes dormindo no fundo;
À popa estendidas, as velas molhadas;
Foi noite de chuva nos mares do mundo.
Pureza do largo, pureza da aurora,
Há viscos de sangue no solo da feira.
Se eu tivesse um barco, partiria agora.
O longe que aspiro no vento salgado
Tem gosto de um corpo que cintila e cheira
Para mim sozinho, num mar ignorado.

(In: Ítalo Moriconi, org. Os cem melhores poemas brasileiros do sŽculo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 47.)

3. Rico em imagens e aspectos sensoriais, o poema descreve o amanhecer. Que local é descrito no poema?

(A) Um mercado de peixes, à beira do cais.

(B) Um comercial de produtos alimentícios em geral.

 

Tarefa

 

Morder o fruto amargo e não cuspir

Mas avisar aos outros quanto o amargo

Cumprir o trato injusto e não falhar

Mas avisar aos outros quanto é injusto

Sofrer o esquema falso e não ceder

Mas avisar aos outros quanto é falso

Dizer também que são coisas mutáveis...

E quando em muitos a não pulsar

-do amargo e injusto e falso por mudar-

então confiar à gente exausta o plano

de um mundo novo e muito mais humano.

 

CAMPOS. G. Tarefa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 1961.

 

4.     107 (ENEM 2014 Ec2014min) Na organização do poema, os empregos da conjunção “mas” articulam para além de sua função sintática,


(A) a ligação entre verbos semanticamente semelhantes.


(B) a introdução do argumento mais forte de uma sequência.


Vídeo aula com explicações da resolução da questão





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