sexta-feira, 29 de maio de 2026

3º plan 2º LUCÍOLA – JOSÉ DE ALENCAR - Notícia Classes de Palavras e Romantismo

             Ao terminar a leitura de um livro, o que o leitor sente é uma profunda saudade dos personagens. Foram horas viajadas, horas desbravando vidas no mais íntimo psicológico de pessoas que nunca se saberá se existiram ou não; horas de viagens a cenários pequenos como um quarto ou grandes como uma cidade. 

        Com Lucíola, De José de Alencar, além desta saudade, destes cenários; o leitor sentirá ainda vontade de chorar com a indignação e repulsa ao comportamento de uma sociedade de uma época determinada. No enredo, o narrador personagem, Paulo Silva, conta através de cartas para uma senhora, descrita apenas por G.M, o caso amoroso dele (Paulo) com Lúcia. Na época ele com vinte e cinco anos e ela com dezenove. Até aí nada de novo. José de Alencar descreve até a moça como a mais bonita do Rio de Janeiro. 

           O problema começa a agravar-se e encher a cabeça do leitor de questionamentos quando Alencar torna seus personagens um do outro, numa paixão estilo “Romeu e Julieta”, bem mais quente na verdade. Nada de novo, a não ser pelo fato de Lúcia ser uma prostituta de luxo. 

       Com as descrições de uma mulher branca, olhos claros, cabelos ondulados e meio claros; meiga; apresentando sempre comportamento angelical e infantil, e sempre disposta a escravizar-se por Paulo; e por outro lado Paulo, com características de um homem um pouco mais maduro e que dificilmente consegue ficar um dia sem ver Lúcia, Alencar provoca confusões na cabeça do leitor, levando-o a se perguntar durante toda a obra por que Paulo não se casa com Lúcia e a tira de tal vida. Tal pergunta perdurará na cabeça do leitor durante toda a obra, e Alencar maltratará ainda mais o leitor mostrando situações econômicas das personagens: Lúcia é rica e Paulo mal começara a trabalhar; ainda por cima, as riquezas de Lúcia advêm dos seus casos. 

        Já quase ao término do enredo, depois de muito explanar sobre suas personagens; esquentar a paixão do casal, inclusive com narrativas de ciúmes de ambos os lados e um abandono de Lúcia à vida que leva por causa de seu amor a Paulo, José de Alencar ainda fará o leitor se perguntar por que Paulo não se casa com Lúcia e a tira de tal vida. Na verdade o que Alencar quer, é provar o quão são preconceituosos os homens e mulheres de uma determinada época (a vivida pelos personagens). Preconceituosos até mesmo as mulheres, tendo em vista que em nenhum momento do enredo Lúcia pedirá que Paulo a assuma como esposa. 

          O desfecho de Lucíola se dá quando Lúcia conta a Paulo porque se tornara prostituta; começa por dizer que seu nome verdadeiro nome não é Lúcia e sim Maria da Glória; e que tudo começou quando toda a sua família adoeceu por causa de uma epidemia de febre; só restando ela de pé a moça se viu tentado por um senhor (Sr. Couto) que a ajudara à custa de um preço muito alto para a moça: a salvação da família resultou na sua expulsão de casa. 

         A fuga do preconceito citadino se dá quando as personagens saem do Rio de Janeiro e vão morar no interior. Nesta altura Lúcia, Paulo e Ana de doze anos (irmã de Lúcia criada pela mesma, logo após a morte dos familiares. A moça não sabe que Lúcia é sua irmã). Os três vivem os melhores momentos de suas vidas até quando Lúcia pede para Paulo casar com Ana. Os motivos citados por Lúcia: virgindade, beleza, dote e seria a única forma do casal continuar próximo um do outro. Logo em seguida Lúcia desmaia e com a visita do médico descobre que está grávida de Paulo e é necessário abortar, pois o feto já está morto. A personagem resiste e adoece. Nos delírios, o nome evocado é sempre o de Paulo. Num dia desses de melhora, Lúcia insiste que Paulo se case com Ana. Com a recusa de Paulo, o que Lúcia consegue é que ele pelo menos cuide da menina como pai. Lúcia vem a falecer logo em seguida. 

        O Romance Lucíola é intrigante, o leitor é chamado a ver os preconceitos de uma sociedade que induz seus membros a um estilo de vida e os pune caso aceitem viver esse estilo. Os preconceitos expostos no livro estão longe de serem rompidos, prova disso é que o leitor sempre se colocará na pele de Paulo e se questionará se teria coragem, diante de amor tão grande, romper com toda uma estrutura virtual de valores de uma sociedade, que queira sim; queira não, ainda perduram nos dias atuais. 

 Por Isaac Sabino




1. Sinopse de “Memórias Póstumas de Brás Cubas” de Machado de Assis:

(A)           Na primeira parte, a protagonista está na fazenda em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, vivendo sua vida de escrava bem prendada, mucama da noiva do filho de seus donos originais.


(B) A obra termina, nas palavras do narrador, com um capítulo só de negativas: não se casa; não consegue concluir o emplasto, que imaginara criar e não teve filhos.



Sin City, Noite na Taverna, Mal do Século. Uma Crítica

 

      Noite, medo, sexo, vazio, cigarro, bebida, depressão, morte. Alguém pode pensar que todas essas temáticas juntas são um marco na graphic novel de Frank Miller lançadas de 1991 a 1992. Ou então, temática inédita no cinema através do famoso Sin City – a cidade do pecado, de Robert Rodriguez, lançado em 2005. Engana-se, um movimento literário conhecido como mal do século já havia levantado esses temas. No Brasil destaque para Álvares de Azevedo.

     Tem gente que não gosta, mas há um grupo de pessoas na humanidade que não acredita no ser humano como algo belo, honesto. Esse grupo representa o fracasso e deficiências humanas. A noite, o medo, o sexo, o vazio, o cigarro, a bebida, a depressão, a morte, são os guiam dessas pessoas.

     A melhor experiência de tal mundo, que pode ser colocado para os mais jovens, que só podem ficar na teoria, são os quadrinhos de Frank Miller,  e em especial o filme Sin City de 2005.

     O filme de Robert Rodriguez traduz perfeitamente os quadrinhos de Miller, com tipos que vivem na depressão e na violência extrema. Dividido em partes independentes, mas que de alguma forma se conectam, o enredo começa com um caso de pedofilia; passa por um de canibalismo e a partir de então o centro é uma cidade contaminada pelo pecado.  

     Contudo, nem o filme, nem os quadrinhos são inéditos na ideia. Sempre que a humanidade se enche de esperança por algum motivo e, em seguida se decepciona – a depressão é certa. Aconteceu no século XVIII. Logo depois da monarquia cair e a burguesia ascender, as pessoas perceberam que trocaram seis por meia dúzia. Um movimento conhecido como mal do século se espalhou por várias partes do mundo. Noite na Taverna, do brasileiro Álvares de Azevedo, publicado em 1855 é o representante do movimento por aqui e, muito parecido com Sin City.

     No romance, por exemplo, as estórias também são divididas em partes e contadas a partir de uma taverna. Três pilares firmam todos os enredo – amor, violência e muita bebida.

      É por isso que, em termos de se comunicar com jovens de uma época, mostrando um tipo humano excluído, no submundo, decepcionado,  Sin City é excelente. Agora, dizer que a obra é inédita é incorrer num engano, pois toda a temática da HQ e do filme é vastamente encontrada no século XVIII – no movimento mal do século.

Disponível em <https://isaacsabino.blogspot.com/2014/12/sin-city-noite-na-taverna-mal-do-seculo.html> acesso em 20 de agosto de 2019

 

2.(7. Modelo DESCRITOR D1 – Localizar informações EXPLICITAS no texto) Compreende-se do texto  que

(A) noite, medo, sexo, vazio, cigarro, bebida, depressão, morte NÃO são temas na Literatura;

(B) noite, medo, sexo, vazio, cigarro, bebida, depressão, morte são temas na Literatura;

 

3.(D3 – Inserir o sentido de uma palavra ou expressão) Tomado por o base o estudo filosófico acerca da palavra e que tem como expoente Wittgnstein, mas em termos de dicionário, Por "TEMÁTICAS" entende-se


A)  ideias;        


B) omissões;        

 

4. 150 (Renato Aquino e2014) Na frase: “Mandou-me sair, mas não o fiz”, a palavra em negrito é:

a) verbo         

b) pronome                     

 

5.151 pág. 72 (Reanato Aquino Bc2014min) Observe as palavras grifadas da seguinte frase: “Encaminhamos a V.Sa. cópias do Edital nº 19/82.” Elas são, respectivamnete:


(B) verbo, conjunção;


(C) verbo, substantivo;  


Rompimento de barragens atinge

dois distritos em Mariana (MG)

DE SÃO PAULO

Ao menos dois distritos de Mariana (11 km de Belo Horizonte) foram

atingidos por um “tsunami de lama”, após o rompimento de duas barragens

de uma mineradora, na tarde desta quinta-feira (5).

Os bombeiros e a prefeitura da cidade ainda não tinham confirmado

número de vítimas nem desabrigados até às h30 desta sexta (), mas havia

de 25 a 30 funcionários na empresa.


O acidente ocorreu por volta das 15h30, em

Bento Rodrigues, a 15 km do centro de Mariana.

Inicialmente, a Samarco havia divulgado,

em nota, que apenas a barragem de Fundão

tinha rompido.

À noite, o diretor-presidente da empresa

Ricardo Vescovi informou em um vídeo, publicado

em página de rede social, que duas

barragens romperam na unidade industrial

de Germano, localizada entre as cidades de

Mariana e Ouro Preto. Ele disse que a segunda

barragem rompida é a de Santarém.

A força da enxurrada destruiu centenas de

casas, arrastou veículos e caminhões. Um carro

chegou a parar em cima do muro de uma casa.

Na noite desta quinta, a lama já tinha atingido

o distrito de Paracatu de Baixo e destruído

ao menos 30 casas, segundo informações

da Guarda Municipal de Mariana.

A tragédia só não foi maior em Paracatu de

Baixo porque a Guarda conseguiu avisar os moradores

a tempo de deixarem suas casas.

Muitas pessoas foram levadas ao abrigo improvisado

para os desabrigados na Arena Mariana e outras buscaram abrigo

em uma região de mata na parte mais alta de Paracatu de Baixo, de acordo

com a Guarda Municipal.

[…]

(Disponível em: http://www.folha.uol.com.br/cotidiano/2015/11/1702906-rompimento-debarragens-

atinge-distritos-em-mariana-mg.shtml. Acesso em: 15/1/2016.)



6º Uma notícia normalmente informa o público sobre um fato recente, que acabou de acontecer. O primeiro parágrafo, chamado lead, costuma trazer as informações básicas de uma notícia: o que aconteceu, quando, onde, como e por quê. Releia o lead da notícia em estudo e responda: Que fato é noticiado?    


(A) O fato de dois distritos da cidade de Mariana, em Minas Gerais, terem sido atingidos por um "tsunami de lama".


(B) O fato de dois distritos da cidade de Mariana, em Minas Gerais, NÃO terem sido atingidos por um "tsunami de lama".


7 (7. Modelo DESCRITOR D1 – Localizar informações EXPLICITAS no texto) Compreende-se do texto  O problema das contradições filosóficas nos debates dos jovens secundaristas: uma  saída pelo uso de ambientes virtuais criados a partir de Lévi e outros Filósofos das Tecnologias do link QUER SABER?: O problema das contradições filosóficas nos debates dos jovens secundaristas: uma saída pelo uso de ambientes virtuais criados a partir de Lévi e outros Filósofos das Tecnologias (isaacsabino.blogspot.com) que

 

(A)  "ecletismo informal" [...] se chamará de contradições inconscientes existentes entre os jovens;


(B) "ecletismo informal" [...] NÃO se chamará de contradições inconscientes existentes entre os jovens;

Link do Gabarito


https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSewkjKb9ZmbY-O58mMcf3ECxV2myEHltgWbTFW-AxtFDmJQwA/viewform?usp=sf_link





















6.163 3pág. 74 IRenato Aquino Ac2014mai) Assinale o item que a classe da palavra destacada está correta.

A) quem fala em flor não diz tudo – pronome;

B) quem me fala em flor diz demais – conjunção;

C) o poeta se torna mudo – substantivo

D) mais que bala de fuzil – advérbio

 

Crônica psicológica e social

Ser ou não ser feliz agora

 

     Estou cansado dessa sala de aula. Não aprendo nada e agora que estou no 2º ano. Não sei nem como eu cheguei até aqui. Com a minha idade era para eu já ter terminado o ensino médio, mas não sei nada nem do segundo das criancinhas (Risos). Que droga! Por que a escola não me serve? Isso tudo é tão complicado. A merenda até que é boa. A sensação de conversar nas aulas e jogar papel nos colegas é que é muito gostosa. Mas esse professor vive pegando no meu pé. Isso é uma chatice: só esse mês ele já me colocou para fora da sala umas seis vezes. Que droga! E, esse professor que vive falando de igualdade: que balela! Eu não sou igual ao Marcos, não. O Marcos é novo e está na idade certa do segundo ano. Não sei como ele consegue enxergar que aquela palavra é substantvo e aquela outra é verbo. Eu só enxego riscos e não sei nem para que isso servirá na minha vida. O que diabos é análise morfológica e sintática.

         “- Todos são iguais!” Lá vem a professora com essa história de novo. Balela! O Marcos entende essas coisas de forma tão rápida. Ele deve sofrer para entender esses substantivos e verbos. Eu estou é com sono. Ele deve sofrer para entender essas coisas. Ele não deve ser feliz agora. Eu quero ser feliz agora. Eu sou diferente dele e aquela professora dizendo que todos nós somos iguais. Somos, não! O professor disse que quem entender esse assunto terá uma vida mais confortável no futuro, mas eu posso ter essa vida confortável agora: eu posso cochilar nessa carteira agora; empendurar as bolsas do colega no ventilador agora – que sensação boa. O Marcos deve ser infeliz agora. Eu não. Vou aproveitar tudo agora: namorar com essas menininhas todas agora. Essas tarefas são tão cansativas. Eu não quero ficar doido com tudo isso.

      O dia está quente. Por que eu não estudei de verdade quando eu estava naquela. Ei! Parece que aquele ali é o Marcos, meu antigo colega.

     - Doutor Marcos, que “carrão” hein!

     - Doutor Marcos, você pode me dar uma esmolinha. Você pode não se lembrar, mas eu estudei com você no 2º ano. Tempos bons aquele, mas a vida não foi justa comigo. Os políticos me roubaram: naquela época nem merenda tinha – eu vivia com fome. A sociedade é injusta e eu estou aqui. As latinhas que eu juntei hoje ainda não deram nem para comprar um prato de comida. O mundo é injusto. Eu não sou feliz porque o mundo é injusto: uns são ricos e outros, como eu, muito pobres.

       Disponível em <http://isaacsabino.blogspot.com/2018/06/um-conto-psicologico-e-social-ser-ou.html> acesso em 14 de junho de 2018

 

7.   (2016) Analise as informações e marque a CORRETA:

(A)           Marcos foi o culpado da situação do narrador.

(B)           O narrador foi feliz sempre.

(C)           O interesse de Marcos resultou no doutorado.

(D)           A culpa da situação do narrador sãos ricos.

 

8. Sinopse de a “Noite na Taverna”:

(A)           A obra se articula a partir de alguns fatos: a devoção e fidelidade de Peri, índio goitacá, a Cecília de Mariz; o amor de Isabel por Álvaro, e o amor deste por Cecília; 

(B)           Na primeira parte, a protagonista está na fazenda em Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, vivendo sua vida de escrava bem prendada, mucama da noiva do filho de seus donos originais.

(C)           A redação dessa obra, sua maior novela passional, foi inspirada em fatos reais, vividos pelo tio de Camilo Castelo Branco,Simão Antônio Botelho, preso por homicídio na Cadeia da Relação do Porto.

(D)           Explora o gótico que afronta a moral burguesa e a rigidez dos costumes ao retratar o lado obscuro do ser humano. São cinco personagens que contam histórias de assassinatos, necrófilia, incesto, traições e vinganças.

(E)           Quatro estudantes de Medicina (Filipe, Leopoldo, Augusto e Fabrício) passam o feriado na casa da avó de um deles, na ilha de Paquetá. Um deles apostou que se ficasse apaixonado por uma mulher por mais de quinze dias, escreveria um romance contando a história desta paixão.

 

9.(D3 – Inserir o sentido de uma palavra ou expressão) Tomado por o base o estudo filosófico acerca da palavra e que tem com expoente Wittgnstein, mas em termos de dicionário, Por SUBSTANTIVO entende-se

A)  desnecessário;     B)  inominável;     C) nome;     D) verbo 

 

10.(D3 – Inserir o sentido de uma palavra ou expressão) Tomado por o base o estudo filosófico acerca da palavra e que tem com expoente Wittgnstein, mas em termos de dicionário, Por ADJETIVO entende-se

A)  atributo;         B)  inominável;         C) nome;       D) verbo  


Sobre NATURALISMO. Desmundo, linguagem, Consciência. Uma crítica

    

       De novo a questão da construção do ser - do “eu”. E a bola da vez é a linguagem - também dilema antigo entre os homens. O filme da hora é “Desmundo” de Alan Fresnot, 2003.
     “Desmundo” é um daqueles enredos bem simples e que hipnotiza do adolescente mais hiperativo ao adulto crítico. A obra retrata a condição da mulher, mas há outro monte de temas interessantes: a questão do índio; o poder e declínio do Reino e da igreja. Contudo esse texto aqui se limitará ao “eu” e a variação linguística histórica.
     Ao deslocar uma pessoa no tempo e no espaço, muito daquilo que ela acredita como verdade se desfaz. Acontece até mesmo com a língua (sem as legendas “Desmundo” não é compreensível). Então!? A língua não é legítima? – É o dilema. O debate é antigo e já opinaram personalidades como Aristóteles, empiristas e intelectualistas.

     A bem da verdade é que a construção “dum ser” dentro “dum corpo” passa também pelo implante de uma língua. É através desta que a comunidade vai ser controlada com as narrativas míticas; o que pode e não pode ser pronunciado. “Desmundo” é só a prova de que como qualquer construção humana, a linguagem se desfaz e muda radicalmente no tempo e no especo.




O naturalismo no Brasil teve origem com a publicação de "O Mulato" por Aluísio Azevedo em 1881. Autores como Raul Pompeia, Adolfo Caminha e Júlio Ribeiro, influenciados pelo positivismo europeu, também contribuíram com obras notáveis, como "O Ateneu", "Bom-Crioulo" e "A Carne". Este movimento coincidiu com o declínio da monarquia e o crescimento dos movimentos abolicionistas e republicanos. As características predominantes do naturalismo no Brasil eram o determinismo e a zoomorfização, influenciados por uma abordagem cientificista. Os escritores exploravam personagens marginalizados, frequentemente evidenciando preconceitos "científicos" em relação a mulheres, negros e homossexuais. Sua escrita era objetiva, despojada de romantismo, buscando analisar e expor a sociedade de maneira crua.




1 Marque a CORRETA no que diz respeito ao NATURALISMO:

(A) É determinista

(B) É libertário


2 (Modelo_Vestibular) Marque a alternativa INCORRETA: 

a) Em Desmundo Não é perceptível variação linguística histórica. 

b) A obra retrata da condição da mulher e índio do Brasil de 1570. 

3. Infere-se da análise Desmundo um dilema sobre 

A) O Eu 

B) a língua só 

4. No enredo, NÃO é personagem que exista por vontade do homem

A) O cavalo 

B) a mulher 

C) NDA

5.151 pág. 72 (Reanato Aquino Bc2014min) Observe as palavras grifadas da seguinte frase: “Encaminhamos as cópias do Edital nº 19/82.” Elas são, respectivamente:

(A) verbo, adjetivo;


(B) verbo, substantivo;


GABARITO

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSejbsgnAqgpgqqWMgd6-iAEHCXAIzllPK95Q7T0OxWTinsHFQ/viewform?usp=sf_link



7º Plan 2º PT Edital, Estatuto e ATA Pág 169 a 176 - Questões de ENEM -











EDITAL Nº 6, DE 15 DE MAIO DE 2015
EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO – ENEM 2015
O PRESIDENTE DO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS
ANÍSIO TEIXEIRA (Inep), no exercício de suas atribuições, conforme estabelece
o inciso VI do art. 16 do Anexo I ao Decreto nº 6.317, de 20 de dezembro de 2007, e tendo
em vista o disposto na Portaria/MEC nº 807, de 18 de junho de 2010, torna pública a
realização da edição do Enem 2015.
1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
1.1 Este Edital dispõe sobre as diretrizes, os procedimentos e os prazos da edição do
Enem 2015, regido pela Portaria/MEC nº 807, de 18 de junho de 2010.
1.2 As inscrições serão realizadas das 10h00min do dia 25/05/2015 às 23h59min do dia
05/06/2015, horários oficiais de Brasília-DF.
1.3 A aplicação do Enem 2015, em todas as unidades da Federação, obedecerá ao seguinte
cronograma, conforme horários oficiais de Brasília-DF: Aplicação do Exame 24 e
25 de outubro Abertura dos portões 12h00min Fechamento dos portões 13h00min
Início das provas 13h30min
1.4 Haverá Edital específico para arealização do Exame para os adultos submetidos a
penas privativas de liberdade e os adolescentes sob medidas socioeducativas que
incluam privação de liberdade.
1.5 O Exame será executado por entidade contratada pelo Inep para tal fim.
1.6 As provas serão realizadas em todos os Estados da Federação e no Distrito Federal,
conforme Anexo III deste Edital.
1.7 A edição do Enem 2015, regulamentada por este Edital, tem como finalidade precípua
a Avaliação do Desempenho Escolar e Acadêmico ao fim do Ensino Médio, em
estrito cumprimento ao inciso VII do art. 206 c/c o inciso II do art. 209, ambos da
Constituição Federal; ao inciso VI do art. 9º da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de
1996; aos incisos II, IV, V, VII e VIII do art. 1º da Lei nº 9.448, de 14 de março de 1997; e
à Portaria/MEC nº 807, de 18 de junho de 2010.
1.8 As informações obtidas a partir dos resultados do Enem serão utilizadas para:
1.8.1 Compor a avaliação de medição da qualidade do Ensino Médio no País.
1.8.2 Subsidiar a implementação de políticas públicas.
1.8.3 Criar referência nacional para o aperfeiçoamento dos currículos do Ensino Médio.
1.8.4 Desenvolver estudos e indicadores sobre a educação brasileira.
1.8.5 Estabelecer critérios de acesso do PARTICIPANTE a programas governamentais.
1.8.6 Constituir parâmetros para a autoavaliação do PARTICIPANTE, com vista
à continuidade de sua formação e à sua inserção no mercado de trabalho.
1.9 Facultar-se-á a utilização dos resultados individuais do Enem para:
1.9.1 A certificação, pelas Instituições Certificadoras listadas no Anexo I deste
Edital, no nível de conclusão do Ensino Médio, desde que observados
os termos da Portaria/Inep nº 179, de 28 de abril de 2014, e o disposto na
Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) nº 9.394, de 20 de dezembro
de 1996, no inciso II do parágrafo 1º do art. 38.
1.9.2 A utilização como mecanismo de acesso à Educação Superior ou em
processos de seleção nos diferentes setores do mundo do trabalho.
1.10 Por força do disposto no artigo 38, inciso II, e no artigo 44, inciso II,
ambos da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, o PARTICIPANTE
menor de 18 anos no primeiro dia de realização do Exame e que concluirá
o Ensino Médio após 2015 não poderá utilizar os seus resultados
individuais no Enem para os fins descritos nos itens 1.9.1 e 1.9.2,
estando ciente de que seus resultados destinam-se exclusivamente
para fins de autoavaliação de conhecimentos.
1.10.1 O Inep poderá convidar PARTICIPANTES inscritos na condição do
item 1.10 para aplicação do Enem Digital.
[...]
JOSÉ FRANCISCO SOARES
(Disponível em: http://download.inep.gov.br/educacao_basica/enem/edital/2015/edital_enem_2015.pdf.
Acesso em: 28/11/2015.)




1. Levando em conta a situação de produção do edital lido, responda: a. Que órgão público é responsável pela publicação do edital?

(A) O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais), ligado ao MEC.

(B) MS (Ministério da Saúde) e o MinC (Ministério da Cultura)


ANÁLISE DA QUESTÃO EM VÍDEO AULA
Guardar

Guardar uma coisa não é escondê-la ou trancá-la.
Em cofre não se guarda coisa alguma.
Em cofre perde-se a coisa à vista.
Guardar uma coisa é fitá-la, mirá-la por.
admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado.
Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília por
ela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela,
isto é, estar por ela ou ser por ela.
Por isso melhor se guarda o voo de um pássaro
Do que um pássaro sem voos.
Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica,
por isso se declara e declama um poema:
Para guardá-lo:
Para que ele, por sua vez, guarde o que guarda:
Guarde o que quer que guarda um poema:
Por isso o lance do poema:
Por guardar-se o que se quer guardar.

MACHADO, G. In: MORICONI, I. (org.). Os cem melhores poemas brasileiros dos sécuo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.

02. 120 (ENEM 2014 cb2011min(1) adaptada) A memória é um importante recurso do patrimônio cultural de uma nação. Ela está presente nas lembranças do passado e no acervo cultural de um povo. Ao tratar o fazer poético como uma das maneiras de se guardar o que se quer, o texto

(B) valoriza as lembranças individuais em detrimento das narrativas populares ou coletivas.

(C) reforça a capacidade da literatura em promover a subjetividade e os valores humanos.



    A discussão sobre a participação dos analfabetos na vida política nacional remonta aos tempos do Brasil colônia e se mantém durante a formação da sociedade brasileira. [...]
     Durante o período colonial, os analfabetos tinham direito ao voto, ainda que mitigado e suprimido, por meio do processo chamado voto “cochichado”. Nesse caso, as intenções de voto de um analfabeto eram ouvidas por terceiros letrados. Ainda que restringidos em algumas oportunidades, entre os séculos XVI e XIX, os analfabetos exerciam de alguma maneira o direito ao voto. Contudo, foi somente ao final do Império que esse direito foi totalmente retirado dos brasileiros analfabetos por meio do Decreto n.º 3.029/1881, [...]
     Desde então, durante cento e quatro anos, os analfabetos tiveram limitações drásticas ao direito de participação política pelo exercício do direito ao voto no país. Essa situação foi alterada apenas com a Emenda Constitucional n.º 25/1985, que concedeu, embora em caráter facultativo, o direito de voto ao analfabeto. Durante todo o referido período, por diversas vezes o tema voltou à pauta. [...]
     Por sua vez, a elegibilidade, que constitui o direito de ser votado, em nenhuma oportunidade foi reconhecida aos analfabetos na história breve de nosso país. Pelo contrário, pouco se discute e pouco se discutiu sobre tal direito, e, reiteradamente, o tema vem sendo esquecido no processo de consumação de uma cidadania.

Guilherme de Abreu e Silva. Elegibilidade dos analfabetos: por uma
reconfiguração à luz da plenitude da cidadania. In: Revista Paraná Eleitoral,
v. 3, n.º 2, p. 39-66. Internet: <www.justicaeleitoral.jus.br> (com adaptações).

03 02 (Cespe PI 2016) Assinale a opção correta com relação a aspectos linguísticos do texto Elegibilidade dos analfabetos:....
A)   No trecho “o direito de voto ao anAlfabeto”, a substituição da preposição “de” por ao manteria a correção, mas acarretaria ambiguidade a esse trecho.

B)    O sentido original e a correção do texto seriam mantidos caso a expressão “Por sua vez” fosse substituída por De forma análoga.

             O Diagrama de Causa e Efeito, também chamado de “Diagrama de Ishikawa” ou “Diagrama Fishbone”, tem como objetivo facilitar a identificação das causas de problemas que devem ser sanados ou mesmo os fatores que levam a determinado resultado que desejamos obter através da representação gráfica.    Para elaborar o diagrama, Ishikawa definiu as chamadas “causas principais” de qualquer problema, que também são chamadas de 6 M’s: “mão de obra”, qualquer fator relacionado à falha humana ou relacionado às pessoas; “materiais”, problemas ou fatores relacionados com componentes, insumos ou matérias-primas;
      
ADAPTADO. Disponível em <http://www.infoescola.com/administracao_/diagrama-de-causa-e-efeito/>Acesso em 23 de fev 2014
04.16 (SEN_Nível Médio 2013 Adaptada) Considerando as características: É uma ferramenta da qualidade; utilizado para visualizar o que acontece com uma variável quando outra variável se altera; Utilizado para verificar a relação de causa e efeito.
Elas descrevem o(a)
a)    Diagrama de IshikAwa.                   B) Diagrama de Dispersão.
c)     Carta de Controle.                           D) Capabilidade do Processo.
e)     Folha de frequência.

Leia o texto para responder as questões

     Tem um personagem de Voltaire que um dia descobre, encantado, que falou em prosa toda a sua vida, sem saber.
     Estamos metidos em muito mais coisas do que nos damos conta. Pertencemos, simultaneamente, a vários sistemas que mal compreendemos, começando pelo nosso próprio corpo e terminando pelo sistema solar, que, por sua vez, faz parte de outro sistema ainda
maior e mais incompreensível. Coisas espantosas acontecem conosco, a cada segundo, pelo simples fato de existirmos. Agora mesmo, enquanto escrevo – ou enquanto você lê –, fatos fantásticos e dramáticos se desenrolam dentro de nós. Células se reproduzem aos milhões. Bando de bactérias percorrem nossas vias interiores, procurando encrenca. Nossos sucos se encontram e se misturam em alquimias inacreditáveis.
      E giramos em torno do Sol, que, por sua vez, se desloca pelo espaço, em alta velocidade, cuspindo fogo. Não podemos pedir dispensa do Universo e de suas explosões por razões de consciência. Estamos todos na mesma louca aventura. Você, eu e o vizinho. E, ainda por cima, falamos em prosa.

(Verissimo, Luis Fernando. Orgias. Porto Alegre, RS:
/GRL&PM Editores, 1989, p.80-1, Adaptado).

05.1 (Esaf Dnit_E2013) - Com relação ao desenvolvimento das ideias do texto, assinale a opção correta.

a) Para demonstrar a complexidade de sistemas a que os seres humanos pertencem, o autor menciona o sistema menos compreensível, o corpo, e o mais compreensível, do qual faz parte o sistema solar.


b) No período “Coisas espantosas (...) existirmos”, o autor estabelece uma relação de causa e efeito em que a causa é inerente à própria existência humana, o que torna o efeito irreversível.


6. 2. O 1º parágrafo constitui a apresentação do edital e nele é explicitado o objetivo do documento. a. Qual é o objetivo do edital lido?

(A) Tornar públicas as informações sobre o Enem que são de interesse coletivo.

(B) Tornar públicas as informações sobre o Vestibular que são de interesse coletivo.

7. Em que pessoa do discurso é redigida a apresentação do edital: na 1ª ou na 3ª pessoa?

(A) É redigida na 1ª pessoa do discurso.

(B) É redigida na 3ª pessoa do discurso.

Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
Lei nº ., de  de julho de 
Vigência
(Vide Decreto no. 8.136, de 2013)
Institui o Estatuto da Igualdade Racial; altera as Leis nos . 7.716, de 5 de janeiro
de 1989, 9.029, de 13 de abril de 1995, 7.347, de 24 de julho de 1985, e 10.778,
de 24 de novembro de 2003.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional
decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
TÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º Esta Lei institui o Estatuto da Igualdade Racial, destinado a garantir à população negra
a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos étnicos individuais,
coletivos e difusos e o combate à discriminação e às demais formas de intolerância étnica.
Parágrafo único. Para efeito deste Estatuto, considera-se:
I – discriminação racial ou étnico-racial: toda distinção, exclusão, restrição ou preferência
baseada em raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica que tenha
por objeto anular ou restringir o reconhecimento, gozo ou exercício, em igualdade
de condições, de direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político,
econômico, social, cultural ou em qualquer outro campo da vida pública ou privada;
II – desigualdade racial: toda situação injustificada de diferenciação de acesso e fruição
de bens, serviços e oportunidades, nas esferas pública e privada, em virtude de
raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica;
III – desigualdade de gênero e raça: assimetria existente no âmbito da sociedade que
acentua a distância social entre mulheres negras e os demais segmentos sociais;
IV – população negra: o conjunto de pessoas que se autodeclaram pretas e pardas, conforme
o quesito cor ou raça usado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE), ou que adotam autodefinição análoga;
V – políticas públicas: as ações, iniciativas e programas adotados pelo Estado no cumprimento
de suas atribuições institucionais;
VI – ações afirmativas: os programas e medidas especiais adotados pelo
Estado e pela iniciativa privada para a correção das desigualdades
raciais e para a promoção da igualdade de oportunidades.
Art. 2º É dever do Estado e da sociedade garantir a igualdade de oportunidades,
reconhecendo a todo cidadão brasileiro, independentemente da etnia
ou da cor da pele, o direito à participação na comunidade, especialmente
nas atividades políticas, econômicas, empresariais, educacionais, culturais
e esportivas, defendendo sua dignidade e seus valores religiosos e culturais.
Art. 3º Além das normas constitucionais relativas aos princípios fundamentais,
aos direitos e garantias fundamentais e aos direitos sociais, econômicos
e culturais, o Estatuto da Igualdade Racial adota como diretriz políticojurídica
a inclusão das vítimas de desigualdade étnico-racial, a valorização
da igualdade étnica e o fortalecimento da identidade nacional brasileira.
Art. 4º A participação da população negra, em condição de igualdade de oportunidade,
na vida econômica, social, política e cultural do País será promovida,
prioritariamente, por meio de:
I – inclusão nas políticas públicas de desenvolvimento econômico e social;
II – adoção de medidas, programas e políticas de ação afirmativa;
III – modificação das estruturas institucionais do Estado para o adequado
enfrentamento e a superação das desigualdades étnicas decorrentes
do preconceito e da discriminação étnica;
IV – promoção de ajustes normativos para aperfeiçoar o combate à discriminação
étnica e às desigualdades étnicas em todas as suas manifestações
individuais, institucionais e estruturais;
V – eliminação dos obstáculos históricos, socioculturais e institucionais
que impedem a representação da diversidade étnica nas esferas pública
e privada;
VI – estímulo, apoio e fortalecimento de iniciativas oriundas da sociedade
civil direcionadas à promoção da igualdade de oportunidades e ao
combate às desigualdades étnicas, inclusive mediante a implemen-
tação de incentivos e critérios de condicionamento e prioridade no acesso aos recursos
públicos;
VII – implementação de programas de ação afirmativa destinados ao enfrentamento
das desigualdades étnicas no tocante à educação, cultura, esporte e lazer, saúde,
segurança, trabalho, moradia, meios de comunicação de massa, financiamentos
públicos, acesso à terra, à Justiça, e outros.
Parágrafo único. Os programas de ação afirmativa constituir-se-ão em políticas
públicas destinadas a reparar as distorções e desigualdades sociais
e demais práticas discriminatórias adotadas, nas esferas pública e privada,
durante o processo de formação social do País.
Art. 5º Para a consecução dos objetivos desta Lei, é instituído o Sistema Nacional
de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir), conforme estabelecido no Título III.
[...]
Art. 65. Esta Lei entra em vigor 90 (noventa) dias após a data de sua publicação.
Brasília, 20 de julho de 2010; 189º da Independência e 122º da República.
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

8ª Em que veículos de comunicação o estatuto provavelmente foi divulgado?

(A) Na Internet e no Diário Oficial da União.

(B) Na televisão e no Diário Oficial dos Municípios.

9º Compare o texto do estatuto ao texto do edital lido anteriormente. Existem diferenças significativas quanto à linguagem e à estrutura?

(A) Não Existem diferenças, pois os dois textos são objeitvos.

(B) Existem diferenças, mas elas não são muito significativas.

Ata de reuni‹o
Às horas, do dia , do mês de , do ano de , reuniu-se
a do(a) ,
situado em , contando com a presença
de .
O diretor (ou secretário) apresentou aos presentes a seguinte pauta da
reunião, que foi aprovada pelo grupo: e .
Em seguida, iniciou-se a discussão dos itens e a apresentação de propostas.
As propostas aprovadas com % dos votos (ou por maioria) são as
seguintes: ,
e .
Para acompanhar o encaminhamento ou a execução das propostas,
foram escolhidos os senhores e .
Sem mais nada para tratar, às horas dei por encerrada a reunião,
que foi presidida por , por e por
mim, , que a secretariei. Assinaturas:




O que Ž o gr•mio estudantil?
O Grêmio é a organização que representa
os interesses dos estudantes
na escola. Ele permite que os alunos
discutam, criem e fortaleçam inúmeras
possibilidades de ação, tanto no próprio
ambiente escolar como na comunidade.
O Grêmio é também um importante
espaço de aprendizagem, cidadania,
convivência, responsabilidade e de luta
por direitos.
Objetivos
É importante deixar claro que um dos
principais objetivos do grêmio estudantil
é contribuir para aumentar a participação
dos alunos nas atividades de sua
escola, organizando campeonatos, palestras,
projetos e discussões, fazendo
com que eles tenham voz ativa e participem
– junto com pais, funcionários,
professores, coordenadores e diretores
– da programação e da construção das
regras dentro da escola.
Para resumir: um Grêmio Estudantil
pode fazer muitas coisas, desde organizar
festas nos finais de semana até
exigir melhorias na qualidade do ensino.
Ele tem o potencial de integrar mais
os alunos entre si, com toda a escola e
com a comunidade.
Instituto Sou da Paz
(Caderno Gr•mio em Forma, do Instituto Sou da
Paz. Disponível em: http://www.mundojovem.com.
br/gremio-estudantil/o-que-e-o-gremio-estudantil.
Acesso em: 20/11/2015.)

10º Qual documento deve transcrever o que acontece numa reunião

(A) Edital;

(B) Ata;

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